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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Cipó pergunta: Entrevista com o Sr. Leonardo Dias Paiva, morador da comunidade da Brejaúba

Nossa equipe (pergunta) tem orgulho de entrevistar esta pessoa maravilhosa denominado por muitos amantes das artes e do conhecimento popular como mestre e doutor nas plantas medicinais. Foi assim que começamos perguntar sobre as mudanças climáticas e do tempo das gerações na diferença do naturalismo e do artificialismo, do artesanal e do industrial, do antigo e do contemporâneo.

Cipó pergunta:
Entrevista com o Sr. Leonardo Dias Paiva, morador da comunidade da Brejaúba, município de Cipotânea MG. O Sr. Leonardo tem quase 80 anos é um grande conhecedor das plantas, do solo, das águas e do tempo.


Pergunta: Quais as diferenças de sua geração e a desta de da atualidade (2010)?
Leonardo: O caso é o seguinte: (olha atento e aponta o dedo demarcando sinais). O povo está desmemoriado. Uma coisa que me incomoda é a claridade e o barulho. Por isso que não consigo viver em cidade, porque esta geração está inteiramente para o lado do artificialismo do que do naturalismo. Basta ver na ciência, nos comércios e na medicina. Aqui está assim como uma patuscada de acariciamentos sobre o problema da saúde. O que vale o dinheiro, senão tivermos saúde? Olha aqui como vivemos atualmente! Antigamente sofri para comprar alguns livros, porque era caro e de difícil acesso. Estudei pouco na escola, sou autodidata e conhecedor da natureza animal e vegetal, como diria aquele físico com o nome do filho de Abraão ao afirmar que a natureza é ela mesma um livro aberto, não basta somente ver para crer que muitos não sabem lêem, porque vegetam e ficam enfeitiçados com as técnicas da lei da natureza que está escrito no livro aberto de Isaac Newton.
Pergunta: (curioso de sabedoria pergunta) Mas, onde e como estudou?
Leonardo: Eu estudei na escola do Cojesus no Vai-vem. Dona Zinha foi a minha professora. Eu aprendi naquele tempo a catar letras e tudo que pegava lia e também encomendava livros o tal do Sr. Zé Minga que trabalhava no correio como: guia médica no lar, caprichos no tempo que tratava sobre meteorologia e astronomia.
Pergunta: o Sr. tem ou já teve experiência com as drogas?
Sim, o álcool e o tabaco. Mas experimentei quando era garoto jovem, mas tomei nojo disso. Agora hoje em dia o tal de crack e cocaína matam mais que erva de boi. Esta juventude alcoólatra também é um perigo maior de todos, esses jovens não tem acesso de aprendizagem.
Pergunta: e as plantas?
Essas curam. Por exemplo, aqui tem uma planta que cura mordida de cascavel que terna em ver, alguns chamam de suma rola. Tudo tem hora marcada. Um médico precisa mais de 10 anos no ofício para ser um bom médico.
Pergunta: E a Política? Como vê?
Sr. Leonardo: O problema todo é a influência e o tráfego do IBOPE para onde vai o povo. É assim que eles votam, nem sequer sabem o porquê votam. Por exemplo, aqui o caso do PSF, o programa do governo é um fracasso. As pessoas que trabalham neste programa e faz visitas querem apenas a sua assinatura e assim acrescentar o número de sua verba, mas se quer sabe tirar uma pressão. Além de faltar mão de obra qualificada, há também o problema da corrupção. Com a minha mulher deitada de cama, doente falei com elas, mas nada. Foi então que tomei a iniciativa de levar no hospital para uma consulta médica. Acho que isso não passa de um cabo eleitoral e uma exploração de mão de obra barata no setor público.
Pergunta: (agradece) Muito bom encontrar pessoas assim que ainda tem uma memória e muita história para contar. Obrigado!
Até a próxima!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Infelizmente o que temos visto na educação ,em Minas Gerais, é a sua pura degradação.O governo do PSDB durante esses últimos anos assassinou o sonho

A educação em Minas Gerais (Texto escrito pelo prof. Vilson Santos)

(o filósofo Caetano Trindade conversando com o professor de Sociologia que trabalha na 3SEE-MG Vilson Santos de Ribeirão das Neves fala sobre o sistema educacional de Minas Gerais e sobre a situação - "vida de professor" na escola pública, ainda mais nas periferias de cidade grande, total descaso e resquicio ditatorias).

Infelizmente o que temos visto na educação ,em Minas Gerais, é a sua pura degradação.O governo do PSDB durante esses últimos anos assassinou o sonho de uma educação melhor de qualidade.
Os profissionais da educação fazem verdadeiros milagres para sobreviverem com um mísero salário e, além disso,extremamente defasado.O problema não é somente com os salários,mas também,com as péssimas condições de trabalho que são oferecidas;imposições chegam a todo momento como se fossem decretos baixados na calada das noites.Imposições,atitudes ditatoriais e detratoras tem contribuído,por assim dizer,significativamente,para a falência do ensino público em nosso estado.Não podemos nos esquecer do descompromisso do governo que, até mesmo,se nega a pagar aos professores o piso salarial nacional.
Como já dissemos,imposições são vindas da Secretaria de Educação que, com certeza,é alheia e desinteressada com a verdadeira mudança que a educação realmente necessita.Parece que, ao invés de sermos educadores, o governo e a sua corja de lacaios querem ter os profissionias da ducação debaixo da sua tutela.A verdade é que viramos meros preenchedores de papeis e vítimas de reuniões e reuniões que para nada servem,alías fazem parte das estratégias governamentais,ou seja,transformar a educação num monstro adormecido e acorrentado.
Investir na educação não é construir bonitos prédios e bonitas quadras,muitas ainda inacabadas.Isso é o mínimo,aliás,não é nenhum favor,mas obrigação.Nem quero falar dos laboratórios de informática que, quando funcionam,dão mestrado e doutorado em orkut.
Por fim,deixemos de ser papagaios,levianos e picaretas!Sejamos mais dignos e coerentes,mais humanos e solidários.Vamos educacar com liberdade e não com meios que torturam e escravizam,assim como fazem muitos governantes.A inteligência humana tem de ser sadia.A educação deveria ser uma paidéia, o que no mais profundo sentido grego, significa a preocupação integral com o ser humano.

http://www.vilsonfilosofo.blogspot.com/

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Quem conhece um pouco a respeito de Marina Silva, sabe que ela é a única liderança política em nosso país que aponta a este novo paradigma.

Prezad@ Amig@,

É com alegria que venho anunciar publicamente minha opção por participar do Movimento Marina Silva, uma rede suprapartidária, com mais de 17 mil integrantes e aberta a todos.

É hora de empreendermos um novo modelo social, econômico e político pautado pela visão da sustentabilidade.

Quem conhece um pouco a respeito de Marina Silva, sabe que ela é a única liderança política em nosso país que aponta a este novo paradigma.

Diante da chance concreta de contribuirmos com uma mudança profunda em nossa sociedade, o Movimento Marina Silva é um espaço para construirmos, juntos, um novo jeito de fazer política, que vai além do que os partidos conseguem alcançar.

Você quer participar?

Saiba como em www.movimentomarinasilva.org.br

"Não existe nada mais forte do que uma ideia cujo tempo chegou" - Victor Hugo

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Olá Pessoal estamos querendo publicar aqui o enderco da escola em Cipotânea. CAso o telefone näo está certo entra em contato.

Escola Estadual José Dias Pedrosa
(32) 3348-1211
http://escola-estadual-jose-dias-pedrosa.br.teleli...

* Rua Cap Gomes s/n, Centro
* Cipotânea, MG

O presente trabalho aborda uma análise de uma escola de Cipotânea, Minas Gerais. Tem como objetivo geral avaliar a influência do modelo de gestão

Será que existe verdadeiramente, gestão participativa nas escolas?Será que a direção da Rede Estadual de Cipotânea tem uma gestão participativa? O que os professores e funcionários acham da gestão da E.E. José Dias Pedrosa, da cidade de Cipotânea?
Texto baseado da internet
O presente trabalho aborda uma análise de uma escola de Cipotânea, Minas Gerais. Tem como objetivo geral avaliar a influência do modelo de gestão adotado pela Escola Estadual José Dias Pedrosa no processo de ensino-aprendizagem. Para tanto, utilizou-se das teorias acerca da administração geral e de modelos de gestão escolar como referência, e de um estudo de caso como forma de método de pesquisa. A partir dos resultados obtidos neste estudo, pode-se concluir que apesar de a instituição estudada adotar o modelo democrático de gestão, alguns pontos apresentam falhas. Isto pôde ser constatado avaliando-se itens como comunicação entre escola/pais/comunidade, confecção e utilização de Projeto Político-Pedagógico; e desempenho dos alunos nas disciplinas básicas avaliadas, que ferem os pressupostos básicos da Gestão Democrática e Participativa. Dessa forma, fica evidente a adoção do modelo democrático apenas formalmente, sendo a figura do Diretor Escolar responsável pela maior parte dos processos de tomada de decisão dentro da instituição, relegando pais, alunos e comunidade a segundo plano.
Gestão da Educação formação de gestores

Palavras-chave: escola " gestão - democracia - participação

As últimas décadas estão sendo caracterizadas por profundas alterações no mundo dos negócios. Observam-se mudanças econômicas, tecnológicas, administrativas, que dão ênfase à qualidade.

As empresas, cada vez mais exigentes, vêm tentando acompanhar essas mudanças, buscando profissionais qualificados como condição fundamental para o aumento da qualidade e da produtividade.

Nesse contexto, a educação é um dos fatores de desenvolvimento econômico e meio de seleção e ascensão social dos indivíduos, estando sua função intimamente ligada ao mercado de trabalho, que exige indivíduos eficientes, economicamente produtivos e em constante aperfeiçoamento profissional.

Na administração da educação, as funções básicas de estabelecimento de políticas e de gestão da educação, assim como a resultante organização e funcionamento das instituições educacionais, são fatores decisivos no desempenho e no nível de qualidade de sua prática.

Durante longo período, a administração da educação, em nível fundamental, consistiu numa tarefa bastante rudimentar. O diretor era encarregado de zelar pelo bom funcionamento de sua escola. Hoje, tal perspectiva está ultrapassada.

As transformações que surgiram tanto no interior do sistema de ensino, quanto no meio social provocaram mudanças na concepção da educação, do papel da escola na sociedade e do papel do professor no processo de aprendizagem.

Cada vez mais se ouve falar de gestão democrática e da participação das famílias e da sociedade no processo de tomada de decisão no ambiente escolar.

Nesse contexto, a possibilidade de um diálogo entre a escola e a sociedade passa pela capacidade que essa tiver de interrogar as práticas ou comportamentos de dominadores e dominados, no interior escolar e pela capacidade de professores e gestores de ouvir o ambiente externo representado, principalmente pelos familiares dos alunos.

O presente trabalho aborda a questão do processo pedagógico vista pelo prisma administrativo, ou seja, as relações entre o modelo organizacional adotado pelas instituições escolares e os resultados obtidos pelos alunos do ponto de vista pedagógico.

Uma das mais importantes e comentada forma de gestão atual é a gestão participativa.

Na gestão tradicional, essa participação acontece apenas quando há interesse da escola, as pessoas são chamadas a participar e a se envolver com os problemas escolares numa estratégia, já que as decisões e ações já foram previamente definidas pelos gestores.

No entanto na gestão participativa, a participação está relacionada ao envolvimento da comunidade em que a escola está inserida, senão em todas, mas na maioria das ações e decisões escolares.

Diante dessas considerações tecidas me ponho a pensar a respeito da gestão que temos nas escolas. Que gestões são essas? Será que existe verdadeiramente, gestão participativa nas escolas? Será que a direção da Rede Estadual de Cipotânea tem uma gestão participativa? O que os professores e funcionários acham da gestão da E.E. José Dias Pedrosa, da cidade de Cipotânea?

Como já foi dito anteriormente, na escola democrática, a participação da comunidade é fundamental para o sucesso da gestão e concretização dos objetivos por ela propostos.

Nesse sentido, a democracia está associada ao conceito de participação. PROCAD (2001),

Participação para uma pedagogia crítica, é transformar a escola em espaço público em que diferentes vozes tenham possibilidade de articular seus discursos, estabelecendo um diálogo no qual as diferenças sejam respeitadas, tendo como objetivo a busca do bem coletivo (p.101).

Com essa pesquisa pretendo abrir novos horizontes que me ajudem a construir novos conhecimentos sobre gestão participativa.
http://www.jornalexpress.com.br/noticias/primeira.php?id_jornal=16495

domingo, 28 de junho de 2009

A nova colonizacao agrária no Brasil e no interior de Minas Gerais

O Brasil é um dos maiores exportadores mundial de soja, arroz e trigo, porém mas de 5 % até 20 % da populacao brasileira sofre da mal alimentados e os pequenos agricultores säo obrigados a industrializar sua pequena propriedade para concorrer, do qual näo tem nenhuma chance em concorrer com os grandes monopolio no Mercado da alimentacao. Mundialmente mais de 50 % do mundo sofre com o problema da falta de alimentacao necessária com as proteinas e calories de acordo com o clima regional. Grandes empresas comercializam arroz barato da Ásia ou da Àfrica onde a maioria näo tem dinheiro para financiar o produto agrícola no Mercado internacional. Neste jogo politico internacional com as subvencöes agrárias dos países desenvolvidos, por exemplo, a EU e os EUA que subsidem milhöes de Dollares por ano na dominacäo do Mercado mundial na aniquilacäo dos pequenos agricultures de vários países, Brasil, Ucrania e Sudäo säo bons exemplos disso, sem falar da devastacäo das florestas em grandes hectares na plantacao de trigo correndo o risco de surgir novas pesticides para a populacao em geral que alimenta desta carne e destes legumes custados a precos de sangue, no desmatamento da natureza e no crescimento da pobreza. Sem falar do desemprego e do analfabetismo e o trabalho de mäo de obra barata a preco da exploracao de um a dois euros por dia. Se estas empresas näo pensar no sentido total da volta da plantagem, obter e coletar coletivamente com os natives planos de moradia e colheita no trabalho da participacäo. O alimento näo poderá ser somente exportado como também investido no acervo da regiäo com plantagens e colheitas sem destruir as matas, os riachos e córregos e fontes de água. A empresa como empreitada com interesses voltado para o bem do sistema público e privado terá que cumprir sérios näo somente os acordos, mas investor na bioética do ser regional em tempos de globalizacäo e mudanca, crescimento de impérios, dominacäo da massa, soma de fome, Guerra, morte, medo, terror, propaganda, venda, merda, Mercado, dinheiro, opressäo, pobreza, luta, violência, desesperanca, solupticas, desterros, descréditos, falicos monstrous, minotaurus de arcadias decadents, veritas num Deus demente, o verme da cool pose peca do capital.

domingo, 29 de março de 2009

vai o meu cumprimento ao Padre Ivanir Pedrosa de Cipotânea que trabalha na pastoral na paróquia de Santo Antônio em Goianá MG.

Aqui vai o meu cumprimento ao Amigo Padre Ivanir Pedrosa. Fiquei muito contente em receber a sua carta me informando sobre o seu trabalho pastoral na paróquia de Santo Antônio em Goianá MG. A cidade tem 3.500 habitantes e a escola também näo tem acesso a internet. Imagina Vcs que a cidade näo tem nem fax ou outro sistema de comunication. POr isso quero deixar aqui o meu apêlo a democracia e transparência, o direito a information.
Caro Amigo estou vendo aqui na Kolping projeto.
Como feito espero contato.
Atenciosamente,
Caetano Trindade
Agente Cultural e Filósofo

http://cipotaneativa.ning.com/