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sábado, 24 de julho de 2010

O crescimento de porcentual de investimento da prefeitura em Cipotânea no ICMS cultural é menos de 1, com índice mais baixo da região. Compare ARD!




Segundo a Diretoria de Promoção do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), órgão do Sistema Estadual de Cultura, divulgou a pontuação provisória dos municípios mineiros no ICMS Cultural.

De acordo com a assessoria de comunicação do órgão, ao todo 622 cidades enviaram a documentação. Algumas cidades mesmo não enviando os documentos necessários, receberam parte da pontuação por terem tombamentos em nível estadual ou federal.

Ainda de acordo com a assessoria do Iepha, servem de base para pontuação para repasse de recursos do ICMS alguns itens como: criação de uma lei municipal de patrimônio cultural; programas de educação patrimonial - a cidade também deve criar o conselho municipal do patrimônio cultural; bens culturais tombados; elaboração de inventário de proteção ao acervo cultural, além de ações de proteção como investimentos em bens e manifestações culturais.

Os valores do repasse, estimados por ponto, podem garantir ao município uma verba extra que pode ajudar no orçamento das prefeituras. Tombamentos federais e estaduais dos bens culturais nas categorias núcleos históricos, conjuntos paisagísticos, bens imóveis e bens móveis recebem pontuação maior.
Confira a pontuação dos municípios da região que constaram na lista:

Alto Rio Doce " 4,00 pontos
Brás Pires " 5,00 pontos
Capela Nova " 3,10 pontos
Carandaí " 5,00 pontos*
Catas Altas da Noruega " 5,00 pontos*
Cipotânea " 0, 85 pontos
Conselheiro Lafaiete " 7,00 pontos*
Cristiano Otoni " 7,00 pontos*
Itaverava " 3,60 pontos
Piranga " 12,20 pontos
Queluzito " 6,55 pontos*
Rio Espera " 5,00 pontos*
Ressaquinha " 5,90 pontos


Confira a pontuação dos municípios da região que constaram na lista:

Alto Rio Doce " 4,00 pontos
Brás Pires " 5,00 pontos
Capela Nova " 3,10 pontos
Carandaí " 5,00 pontos*
Catas Altas da Noruega " 5,00 pontos*
Cipotânea " 0, 85 pontos
Conselheiro Lafaiete " 7,00 pontos*
Cristiano Otoni " 7,00 pontos*
Itaverava " 3,60 pontos
Piranga " 12,20 pontos
Queluzito " 6,55 pontos*
Rio Espera " 5,00 pontos*
Ressaquinha " 5,90 pontos*
Santana dos Montes " 8,00 pontos*
São Brás do Suaçui " 6,60 pontos*
Senhora de Oliveira " 7,00 pontos*
Senhora dos Remédios " 5,00 pontos

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Quem conhece um pouco a respeito de Marina Silva, sabe que ela é a única liderança política em nosso país que aponta a este novo paradigma.

Prezad@ Amig@,

É com alegria que venho anunciar publicamente minha opção por participar do Movimento Marina Silva, uma rede suprapartidária, com mais de 17 mil integrantes e aberta a todos.

É hora de empreendermos um novo modelo social, econômico e político pautado pela visão da sustentabilidade.

Quem conhece um pouco a respeito de Marina Silva, sabe que ela é a única liderança política em nosso país que aponta a este novo paradigma.

Diante da chance concreta de contribuirmos com uma mudança profunda em nossa sociedade, o Movimento Marina Silva é um espaço para construirmos, juntos, um novo jeito de fazer política, que vai além do que os partidos conseguem alcançar.

Você quer participar?

Saiba como em www.movimentomarinasilva.org.br

"Não existe nada mais forte do que uma ideia cujo tempo chegou" - Victor Hugo

quinta-feira, 11 de março de 2010

Falando e articulando a cultura em Cipotânea



A congada é uma festa de louvor aos Santos de origem afro-brasileira. Uma Dança folclórica - congada.

Estamos querendo fazer um festival de encontro de Bandas de Congada em Cipotânea no mês de maio conjuntamente com o jornal "Caverna Mineira", mas infelizmente ainda não temos ajuda de poder público e estamos pedindo para apoiar a ajudar esta idéia. A banda de Congada de Cipotânea está precisando de muita ajuda e apoio jurídico e técnico. Nem se quer tem o registro. E nós já estamos trabalhando no processo de legalização e fundação da associação. Parceiros e parcerias serão sempre bem vindas!

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

O presente trabalho aborda uma análise de uma escola de Cipotânea, Minas Gerais. Tem como objetivo geral avaliar a influência do modelo de gestão

Será que existe verdadeiramente, gestão participativa nas escolas?Será que a direção da Rede Estadual de Cipotânea tem uma gestão participativa? O que os professores e funcionários acham da gestão da E.E. José Dias Pedrosa, da cidade de Cipotânea?
Texto baseado da internet
O presente trabalho aborda uma análise de uma escola de Cipotânea, Minas Gerais. Tem como objetivo geral avaliar a influência do modelo de gestão adotado pela Escola Estadual José Dias Pedrosa no processo de ensino-aprendizagem. Para tanto, utilizou-se das teorias acerca da administração geral e de modelos de gestão escolar como referência, e de um estudo de caso como forma de método de pesquisa. A partir dos resultados obtidos neste estudo, pode-se concluir que apesar de a instituição estudada adotar o modelo democrático de gestão, alguns pontos apresentam falhas. Isto pôde ser constatado avaliando-se itens como comunicação entre escola/pais/comunidade, confecção e utilização de Projeto Político-Pedagógico; e desempenho dos alunos nas disciplinas básicas avaliadas, que ferem os pressupostos básicos da Gestão Democrática e Participativa. Dessa forma, fica evidente a adoção do modelo democrático apenas formalmente, sendo a figura do Diretor Escolar responsável pela maior parte dos processos de tomada de decisão dentro da instituição, relegando pais, alunos e comunidade a segundo plano.
Gestão da Educação formação de gestores

Palavras-chave: escola " gestão - democracia - participação

As últimas décadas estão sendo caracterizadas por profundas alterações no mundo dos negócios. Observam-se mudanças econômicas, tecnológicas, administrativas, que dão ênfase à qualidade.

As empresas, cada vez mais exigentes, vêm tentando acompanhar essas mudanças, buscando profissionais qualificados como condição fundamental para o aumento da qualidade e da produtividade.

Nesse contexto, a educação é um dos fatores de desenvolvimento econômico e meio de seleção e ascensão social dos indivíduos, estando sua função intimamente ligada ao mercado de trabalho, que exige indivíduos eficientes, economicamente produtivos e em constante aperfeiçoamento profissional.

Na administração da educação, as funções básicas de estabelecimento de políticas e de gestão da educação, assim como a resultante organização e funcionamento das instituições educacionais, são fatores decisivos no desempenho e no nível de qualidade de sua prática.

Durante longo período, a administração da educação, em nível fundamental, consistiu numa tarefa bastante rudimentar. O diretor era encarregado de zelar pelo bom funcionamento de sua escola. Hoje, tal perspectiva está ultrapassada.

As transformações que surgiram tanto no interior do sistema de ensino, quanto no meio social provocaram mudanças na concepção da educação, do papel da escola na sociedade e do papel do professor no processo de aprendizagem.

Cada vez mais se ouve falar de gestão democrática e da participação das famílias e da sociedade no processo de tomada de decisão no ambiente escolar.

Nesse contexto, a possibilidade de um diálogo entre a escola e a sociedade passa pela capacidade que essa tiver de interrogar as práticas ou comportamentos de dominadores e dominados, no interior escolar e pela capacidade de professores e gestores de ouvir o ambiente externo representado, principalmente pelos familiares dos alunos.

O presente trabalho aborda a questão do processo pedagógico vista pelo prisma administrativo, ou seja, as relações entre o modelo organizacional adotado pelas instituições escolares e os resultados obtidos pelos alunos do ponto de vista pedagógico.

Uma das mais importantes e comentada forma de gestão atual é a gestão participativa.

Na gestão tradicional, essa participação acontece apenas quando há interesse da escola, as pessoas são chamadas a participar e a se envolver com os problemas escolares numa estratégia, já que as decisões e ações já foram previamente definidas pelos gestores.

No entanto na gestão participativa, a participação está relacionada ao envolvimento da comunidade em que a escola está inserida, senão em todas, mas na maioria das ações e decisões escolares.

Diante dessas considerações tecidas me ponho a pensar a respeito da gestão que temos nas escolas. Que gestões são essas? Será que existe verdadeiramente, gestão participativa nas escolas? Será que a direção da Rede Estadual de Cipotânea tem uma gestão participativa? O que os professores e funcionários acham da gestão da E.E. José Dias Pedrosa, da cidade de Cipotânea?

Como já foi dito anteriormente, na escola democrática, a participação da comunidade é fundamental para o sucesso da gestão e concretização dos objetivos por ela propostos.

Nesse sentido, a democracia está associada ao conceito de participação. PROCAD (2001),

Participação para uma pedagogia crítica, é transformar a escola em espaço público em que diferentes vozes tenham possibilidade de articular seus discursos, estabelecendo um diálogo no qual as diferenças sejam respeitadas, tendo como objetivo a busca do bem coletivo (p.101).

Com essa pesquisa pretendo abrir novos horizontes que me ajudem a construir novos conhecimentos sobre gestão participativa.
http://www.jornalexpress.com.br/noticias/primeira.php?id_jornal=16495

sexta-feira, 13 de março de 2009

Mahatma Gandhi e vários discípulos iniciaram a marcha em protesto ao domínio inglês na Índia. A caminhada de quase 400 quilômetros tornou-se conhecida

No dia 12 de março de 1930, Mahatma Gandhi e vários discípulos iniciaram a marcha em protesto ao domínio inglês na Índia. A caminhada de quase 400 quilômetros tornou-se conhecida como Marcha do Sal.


Na caminhada que durou 25 dias em direção ao litoral, Gandhi e seus seguidores paravam de cidade em cidade para descansar. Em cada lugar, conseguiam mais simpatizantes.

Naquela época, os indianos eram obrigados a comprar produtos industrializados da Inglaterra, sendo proibidos inclusive de extrair o sal em seu país. O apóstolo da não-violência queria acabar com o monopólio que o império britânico havia imposto sobre o sal, símbolo do colonialismo para os indianos.

A Marcha do Sal contagiou não só a Índia, mas comoveu a opinião pública de todo o mundo. O homem magro, de pequenos óculos redondos, pregador da resistência pacífica, conseguiu mobilizar uma grande ação de desobediência civil que levou, 17 anos mais tarde, à independência da Índia do colonialismo britânico, que havia se iniciado no século 18.

Gesto de protesto

No dia 6 de abril, depois do banho, um ritual sagrado para os hindus, Gandhi apanhou um punhado de sal à beira-mar. Seu gesto foi repetido simbolicamente por milhares de indianos do litoral. Em resposta à provocação, os ingleses prenderam mais de 50 mil indianos, entre eles o próprio Mahatma Gandhi.

Nem isso freou o movimento. Seu filho Manilal assumiu a liderança da campanha. Junto com 2.500 indianos, caminhou até as salinas ao norte de Bombaim. Aproximaram-se em silêncio dos depósitos de sal, guardados por 400 policiais que investiram contra eles com cassetetes. O "exército da paz" foi tombando, sem esboçar um gesto de defesa.

Cada coluna silenciosa que avançava era igualmente abatida. Uma última coluna sentou-se no chão e foi atacada com golpes de cassetete e pontapés. Gandhi não era só um nacionalista que visava a independência.

Desobediência civil

O componente social de sua marcha deixou claro que batalhava pela justiça social em um nível mais elevado. Sua meta central era evitar a violência. Usando da desobediência civil, pretendia chamar a atenção para as injustiças na legislação e na sociedade colonial.

A independência da Índia, no entanto, foi proclamada no dia 15 de agosto de 1947. Gandhi, por seu lado, achou que ela aconteceu muito rápido, por considerar muito grandes as contradições internas: entre cidade e campo, muçulmanos e hindus e dentro da sociedade de castas.

Gandhi advertia que seu país merecia a independência, mas ainda não estava maduro para tornar-se nação. Entretanto, nem a "grande alma" conseguiu evitar a divisão em dois Estados: um paquistanês e outro indiano. Um ano mais tarde, foi morto num atentado.

http://brejaubapoesias.ning.com/

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Meu querido povo, minha querida terra, minha querida saudade do fiar outrora como vento circular da crise ocidental. Essa guerra também dita como revo

Meu querido povo, minha querida terra, minha querida saudade do fiar outrora como vento circular da crise ocidental. Essa guerra também dita como revolucao na melhoria da cultura doente da mosca ciencia é como verejeira no plano da razao decadente. A chamada realizacao da cultura doente como “melhora” da humanidade è o fenomeno da civilizacao demente. A denominada crise da consciencia por Freud e a crítica da civilizacao decadente em Nietzsche apontou o papel da ciencia como parte asqueirosa de uma moral ajuizadora. A crenca na razao em Kant como entendimento relacionando claramente o conceito abstrato do julgamento como asceticismo da ciencia. A religiao e a moral è regida pela “vontade de potencia” para o julgamento e o preconceito. O relativismo em Nietzsche como ponto de partida numa crítica a cultura decadente è uma critica a propria razao. A loucura è uma tomada de contra-posicao da consciencia. O relativismo de Einstein demonstra o padräo vital da ciencia como resultado da propria irracionalidade do método cientifico do ponto de vista da cientifizacao. Enquanto Hegel formula a cientifizacao da filosofia como ciencia lógica do conceito absoluto do espirito, Karl Marx contrapoe a posicao do espirito metafisico hegeliano numa elaboracao crítica da ciencia economica do capitalismo no conceito de luta de classes. A crenca racional de Hegel é um perfeito pensamento trinitario do cristianismo. Assim è que Marx denuncia a acao contemplativa da filosofia do absoluto sol da verdade platonica para uma acao transformativa social na luta conflituosa na relacao de dominacao social.
A desconfianca da modernidade como crise da consciencia nao estabelece nenhum fundamento ou pacto com a inconsciencia, já que esta è algo escapável. Michel Foucault analisa na “historia da loucura” um resultado arqueologico da razao doente. A psiquiatria da razao que medica a cura. A moral como sistema de valores sucumbe o indivíduo na sua capacidade instintiva. O caminho do erro no querer o desenvolvimento da civilizacao através da ciencia como padrao do distanciamento do caotico, do sem ordem, do inconceitual. Nietzsche sugere o irracional na forma dionisiaca como modelo de “desenvolvimento” e alargamento da capacidade humana como instinto criativo na própria destruicao do valor construído; o querer o estimulo instintivo impulsiona a “vontade para forca” no “tornar-se ser o que è” vitalidade. O relativismo quebra a rotina e exige o eterno novo na criatividade do proprio valor no sustento do corpo. A arte-materia do corporal potencializa um ser em ser altamente produtivo para “além do bem e do mal”. Nietzsche critica a moral como hebrenizacao da ciencia e o cristianismo como platonizacao da filosofia para o povo. A “moral de escravo” como modelo da razao decadente. Ele satiriza a ciencia e ironiza a moral como razao tirana para a fraqueza no aniquilamento do instinto. A loucura contrapoe o próprio valor da moral e se posiciona contra o relativismo do nihilismo.
A ciencia chegou num plano tao decadente que Marx, Nietzsche ou Foucault se fuderiam nesta parada de observacao do desacreditamento de si mesmo. Nas universidades doutos e doutorandos discursam o modelo kantiano como retomada da critica a ciencia como valor de argumento no metodo cientifico do ordenamento da racionalidade, que Lyotard criticou a filosofia no plano da ciencia “pós-moderna”. Será uma retomada da racionalizacao da filosofia? Também poderia ter dúvida do proprio filosofo? Talvez Sartre seja um bom exemplo da razao burguesa decadente ou Byron no romantismo pessimista.
Marx desconcertou a sociologia, porque para ele a realizacao do pensamento está no ato concreto da transformacao social. Assim ele objetivou a filosofia como ciencia na luta de classes na mudanca da própria consciencia. Nacionalista e comandantes nomearam e nomeia-se a bandeira do odio e da vinganca da qual Nietzsche retratara como ressentimento para manusear o capital no controle social. A ciencia assim como a filosofia estabelecem criticas permanentes de objetividade. A especializacao da sociedade digital objetiva a crescente passagem da ciência como capital no seu ideal de desenvolvimento da civilizacao. A filosofia do seculo XXI è a regra do padrao civilizatorio do poder de consumo. O irracionalismo que Nietzsche coloca è sem nenhum valor para a ciencia. Filosofia e poesia misturam-se no próprio irracionalismo do pensar. Zaratustra como poeta solitário diagnostica a cultura doente assim como Rousseau recusa os saloes da civilizacao em seus passeios devaneantes.
Nietzsche riu de toda paródia civilizatória francesa como calhórdia do cristianismo. A alternativa que ele aponta è a arte (nao como metafisica) ou como “moral de escravo” da arte de Wagner na sua obra Parsifal, onde ele exalta a castidade num ritmo decadente da musica. (E por que nao falar do racismo antisemita de de Richard Wagner!). A segunda guerra mundial è realizacao do ato de crueldade e covardia da razao decadente. Hanna Arendt trata essa crise do século XX como século do totalitarismo. A razao doente interpretou as obras de Nietzsche como modelo de doenca experimentando o delírio e a loucura como experiencia na sua forma mais cruel na realizacao da vontade de querer a fraqueza e a demencia. Hitler è o espelho de um mal estar rancoso da ciencia a servico da dominacao social e domesticacao moral. A experiencia da Hybris em Nietzsche è a desmedida da potencia do instinto como querer a envergadura da sua propria auto-forma na esfera dionisiaca. O animal potente reluz a impulsao da potencia na quebra do proprio valor. A vida como como “vontade para forca” interpretada como beneficio da tirania è o dominio e o cerceamento da ciencia através do modelo ditatorial no discurso socrático que controla a palavra e toda acao do humano no incentivo a raiva e ao rancor como vontade para a fraqueza. O poeta social è a sacerdotizacao da propria ciencia como contemplacao asceta do religioso. A moral crista baseia –se no valor do ressentimento para ter sentimento. (Imagina que péssimo sentimento! Caixa de barbarie!) Zaratustra quer a passagem como circular da esfera no querer aquilo que è eternamente forca. Forca nao tem nenhum significado de valor. A unica alternativa visivel è o vigoroso instinto do corpo, a matéria viva como capacidade de potencia e efetivacao da propria forca. O oposto do gosto da “moral de rebanho”. Nietzsche nao planeja nenhum modelo de arte, mas cre que a vontade de potencia está disponivel tanto para forca assim como para a fraqueza. A guerra, o terrorismo è a fraqueza do idealismo no desenvolvimento da civilizacao. Nietzsche recusara o idealismo com nojo desta razao pessimista, porque uma vontade para potencia recusa o esclarecimento do juizo como “critica da razao pura”. Somente a arte manifesta a potencializacao do irracionalismo. O “elogio da loucura” de Kant è também uma contraposicao da mesma visao do “mundo como vontade de representacao” de Schopenhauer. Já Freud até desenvolveu uma ciencia denominada psicanalise na tentativa de curar a civilizacao opondo a civilizacao. A razao decadente instrumentaliza a potencia como domesticacao na vontade da “moral de rebanho” em sua dissimulacao no progresso.
A vida como vontade de potencia vibra-se na arte como simbolo de forca no saudavel. O saudável da arte como contra-arte è a restauracao da arte apolinea. A arte do artista doente è o fenomeno da representacao. Com a critica a ciencia desencadera Nietzsche uma virulenta atividade e possibilidade do ser humano no “superhumano”.
O modelo de sociedade atual è o decadente. O desenvolvimento da civilizacao como controle e regra financeira è o dominio da razao capitalista no seu projeto de melhoramento da populacao, como: declaracao, juizo, a escolha pela maioria, o servilismo da obediencia. A mercadoria, o pietismo, o moralismo, a crenca no espirito como confusao entre corpo e alma sao sintomas doentios de uma moral escravocrata. A criacao da propria individualidade è a experiencia da criatividade. Atualmente o sufoco social continua no mesmo modelo de colonizacao da moral. Onde está Marx? Karl Marx apontou… e Nietzsche experimentou…

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