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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Cipóversão poética de Cipotânea, 300 anos brincando com as palavras!


Cipóversão

“De sorte que cipotanea quer dizer cipó amarelo, xopotó o rio do cipó amarelo. Na pronuncia e na grafia passou por diversas evoluções lingüísticas até se firmar no vocábulo Cipotânea.”

Xopotauer
São Caetano do Chopotó
Cipó amarelo
Cipó puris
Cipotamea dous nosostros
XPTO São Caetano de Cristo
Cipó doce
Cipó forte
Cipotimido
Cipoave
Cipoamor
Cipoalma
Ciposaudade

Cipotanena
Cipotaneanas
Cipotanea
Cipotaneamos
Cipotaneais
Cipotaneam
Chopotóamos
Cipós verbos.

Ciporistico
Cipotanice
Cipotaneoso
Cipotaneante
Cipoverável
Cipóvamavel
Cipó amarelinho
Cipotanealinda
Cipotanea mística
Cipotaneou milho
Eta amarelo cipó de nó!
Antiga São Caetano do Chopotó.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Nomes dos deputados em Minas Gerais que votaram contra o piso salarial dos professores! Fique atento a lista!

Eis aqui os 37 deputados que votaram CONTRA o piso
Alencar da Silveira (PDT),
Antônio Carlos Arantes [PSC],
Antônio Genaro [PSC],
Arlen Santiago [PTB],
Célio Moreira [PSDB],
Delvito Alves [PTB],
Dilzon Melo [PTB],
Dimas Fabiano [PP],
Dinis Pinheiro [PSDB],
Djalma Diniz [PPS
Domingos Sávio [PSDB],
Doutor Ronaldo [PDT],
Doutor Viana [DEM],
Dr.Rinaldo Valério [PSL],
Duarte Bechir [PMN],
Elmiro Nascimento [DEM],
Eros Biondini [PTB],
Fábio Avelar [PSC],
Gil Pereira [PP],
Gustavo Corrêa [DEM],
Inácio Franco [PV],
Jayro Lessa [DEM],
João Leite [PSDB],
JOSÉ HENRIQUE [PMDB],
Lafayette de Andrada [PSDB],
Leonardo Moreira [PSDB],
Luiz Humberto Carneiro [PSDB],
Marcus Pestana [PSDB],
Mauri Torres [PSDB],
Pinduca Ferreira [PP],
Rômulo Veneroso [PV],
Ruy Muniz [DEM]
Sebastião Costa [PPS],
Tenente Lúsio [PDT]
Tiago Ulisses [PV],
Walter Tosta [PMN].
Zé Maia [PSDB]

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Cipó pergunta: Entrevista com o Sr. Leonardo Dias Paiva, morador da comunidade da Brejaúba

Nossa equipe (pergunta) tem orgulho de entrevistar esta pessoa maravilhosa denominado por muitos amantes das artes e do conhecimento popular como mestre e doutor nas plantas medicinais. Foi assim que começamos perguntar sobre as mudanças climáticas e do tempo das gerações na diferença do naturalismo e do artificialismo, do artesanal e do industrial, do antigo e do contemporâneo.

Cipó pergunta:
Entrevista com o Sr. Leonardo Dias Paiva, morador da comunidade da Brejaúba, município de Cipotânea MG. O Sr. Leonardo tem quase 80 anos é um grande conhecedor das plantas, do solo, das águas e do tempo.


Pergunta: Quais as diferenças de sua geração e a desta de da atualidade (2010)?
Leonardo: O caso é o seguinte: (olha atento e aponta o dedo demarcando sinais). O povo está desmemoriado. Uma coisa que me incomoda é a claridade e o barulho. Por isso que não consigo viver em cidade, porque esta geração está inteiramente para o lado do artificialismo do que do naturalismo. Basta ver na ciência, nos comércios e na medicina. Aqui está assim como uma patuscada de acariciamentos sobre o problema da saúde. O que vale o dinheiro, senão tivermos saúde? Olha aqui como vivemos atualmente! Antigamente sofri para comprar alguns livros, porque era caro e de difícil acesso. Estudei pouco na escola, sou autodidata e conhecedor da natureza animal e vegetal, como diria aquele físico com o nome do filho de Abraão ao afirmar que a natureza é ela mesma um livro aberto, não basta somente ver para crer que muitos não sabem lêem, porque vegetam e ficam enfeitiçados com as técnicas da lei da natureza que está escrito no livro aberto de Isaac Newton.
Pergunta: (curioso de sabedoria pergunta) Mas, onde e como estudou?
Leonardo: Eu estudei na escola do Cojesus no Vai-vem. Dona Zinha foi a minha professora. Eu aprendi naquele tempo a catar letras e tudo que pegava lia e também encomendava livros o tal do Sr. Zé Minga que trabalhava no correio como: guia médica no lar, caprichos no tempo que tratava sobre meteorologia e astronomia.
Pergunta: o Sr. tem ou já teve experiência com as drogas?
Sim, o álcool e o tabaco. Mas experimentei quando era garoto jovem, mas tomei nojo disso. Agora hoje em dia o tal de crack e cocaína matam mais que erva de boi. Esta juventude alcoólatra também é um perigo maior de todos, esses jovens não tem acesso de aprendizagem.
Pergunta: e as plantas?
Essas curam. Por exemplo, aqui tem uma planta que cura mordida de cascavel que terna em ver, alguns chamam de suma rola. Tudo tem hora marcada. Um médico precisa mais de 10 anos no ofício para ser um bom médico.
Pergunta: E a Política? Como vê?
Sr. Leonardo: O problema todo é a influência e o tráfego do IBOPE para onde vai o povo. É assim que eles votam, nem sequer sabem o porquê votam. Por exemplo, aqui o caso do PSF, o programa do governo é um fracasso. As pessoas que trabalham neste programa e faz visitas querem apenas a sua assinatura e assim acrescentar o número de sua verba, mas se quer sabe tirar uma pressão. Além de faltar mão de obra qualificada, há também o problema da corrupção. Com a minha mulher deitada de cama, doente falei com elas, mas nada. Foi então que tomei a iniciativa de levar no hospital para uma consulta médica. Acho que isso não passa de um cabo eleitoral e uma exploração de mão de obra barata no setor público.
Pergunta: (agradece) Muito bom encontrar pessoas assim que ainda tem uma memória e muita história para contar. Obrigado!
Até a próxima!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Infelizmente o que temos visto na educação ,em Minas Gerais, é a sua pura degradação.O governo do PSDB durante esses últimos anos assassinou o sonho

A educação em Minas Gerais (Texto escrito pelo prof. Vilson Santos)

(o filósofo Caetano Trindade conversando com o professor de Sociologia que trabalha na 3SEE-MG Vilson Santos de Ribeirão das Neves fala sobre o sistema educacional de Minas Gerais e sobre a situação - "vida de professor" na escola pública, ainda mais nas periferias de cidade grande, total descaso e resquicio ditatorias).

Infelizmente o que temos visto na educação ,em Minas Gerais, é a sua pura degradação.O governo do PSDB durante esses últimos anos assassinou o sonho de uma educação melhor de qualidade.
Os profissionais da educação fazem verdadeiros milagres para sobreviverem com um mísero salário e, além disso,extremamente defasado.O problema não é somente com os salários,mas também,com as péssimas condições de trabalho que são oferecidas;imposições chegam a todo momento como se fossem decretos baixados na calada das noites.Imposições,atitudes ditatoriais e detratoras tem contribuído,por assim dizer,significativamente,para a falência do ensino público em nosso estado.Não podemos nos esquecer do descompromisso do governo que, até mesmo,se nega a pagar aos professores o piso salarial nacional.
Como já dissemos,imposições são vindas da Secretaria de Educação que, com certeza,é alheia e desinteressada com a verdadeira mudança que a educação realmente necessita.Parece que, ao invés de sermos educadores, o governo e a sua corja de lacaios querem ter os profissionias da ducação debaixo da sua tutela.A verdade é que viramos meros preenchedores de papeis e vítimas de reuniões e reuniões que para nada servem,alías fazem parte das estratégias governamentais,ou seja,transformar a educação num monstro adormecido e acorrentado.
Investir na educação não é construir bonitos prédios e bonitas quadras,muitas ainda inacabadas.Isso é o mínimo,aliás,não é nenhum favor,mas obrigação.Nem quero falar dos laboratórios de informática que, quando funcionam,dão mestrado e doutorado em orkut.
Por fim,deixemos de ser papagaios,levianos e picaretas!Sejamos mais dignos e coerentes,mais humanos e solidários.Vamos educacar com liberdade e não com meios que torturam e escravizam,assim como fazem muitos governantes.A inteligência humana tem de ser sadia.A educação deveria ser uma paidéia, o que no mais profundo sentido grego, significa a preocupação integral com o ser humano.

http://www.vilsonfilosofo.blogspot.com/

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

O presente trabalho aborda uma análise de uma escola de Cipotânea, Minas Gerais. Tem como objetivo geral avaliar a influência do modelo de gestão

Será que existe verdadeiramente, gestão participativa nas escolas?Será que a direção da Rede Estadual de Cipotânea tem uma gestão participativa? O que os professores e funcionários acham da gestão da E.E. José Dias Pedrosa, da cidade de Cipotânea?
Texto baseado da internet
O presente trabalho aborda uma análise de uma escola de Cipotânea, Minas Gerais. Tem como objetivo geral avaliar a influência do modelo de gestão adotado pela Escola Estadual José Dias Pedrosa no processo de ensino-aprendizagem. Para tanto, utilizou-se das teorias acerca da administração geral e de modelos de gestão escolar como referência, e de um estudo de caso como forma de método de pesquisa. A partir dos resultados obtidos neste estudo, pode-se concluir que apesar de a instituição estudada adotar o modelo democrático de gestão, alguns pontos apresentam falhas. Isto pôde ser constatado avaliando-se itens como comunicação entre escola/pais/comunidade, confecção e utilização de Projeto Político-Pedagógico; e desempenho dos alunos nas disciplinas básicas avaliadas, que ferem os pressupostos básicos da Gestão Democrática e Participativa. Dessa forma, fica evidente a adoção do modelo democrático apenas formalmente, sendo a figura do Diretor Escolar responsável pela maior parte dos processos de tomada de decisão dentro da instituição, relegando pais, alunos e comunidade a segundo plano.
Gestão da Educação formação de gestores

Palavras-chave: escola " gestão - democracia - participação

As últimas décadas estão sendo caracterizadas por profundas alterações no mundo dos negócios. Observam-se mudanças econômicas, tecnológicas, administrativas, que dão ênfase à qualidade.

As empresas, cada vez mais exigentes, vêm tentando acompanhar essas mudanças, buscando profissionais qualificados como condição fundamental para o aumento da qualidade e da produtividade.

Nesse contexto, a educação é um dos fatores de desenvolvimento econômico e meio de seleção e ascensão social dos indivíduos, estando sua função intimamente ligada ao mercado de trabalho, que exige indivíduos eficientes, economicamente produtivos e em constante aperfeiçoamento profissional.

Na administração da educação, as funções básicas de estabelecimento de políticas e de gestão da educação, assim como a resultante organização e funcionamento das instituições educacionais, são fatores decisivos no desempenho e no nível de qualidade de sua prática.

Durante longo período, a administração da educação, em nível fundamental, consistiu numa tarefa bastante rudimentar. O diretor era encarregado de zelar pelo bom funcionamento de sua escola. Hoje, tal perspectiva está ultrapassada.

As transformações que surgiram tanto no interior do sistema de ensino, quanto no meio social provocaram mudanças na concepção da educação, do papel da escola na sociedade e do papel do professor no processo de aprendizagem.

Cada vez mais se ouve falar de gestão democrática e da participação das famílias e da sociedade no processo de tomada de decisão no ambiente escolar.

Nesse contexto, a possibilidade de um diálogo entre a escola e a sociedade passa pela capacidade que essa tiver de interrogar as práticas ou comportamentos de dominadores e dominados, no interior escolar e pela capacidade de professores e gestores de ouvir o ambiente externo representado, principalmente pelos familiares dos alunos.

O presente trabalho aborda a questão do processo pedagógico vista pelo prisma administrativo, ou seja, as relações entre o modelo organizacional adotado pelas instituições escolares e os resultados obtidos pelos alunos do ponto de vista pedagógico.

Uma das mais importantes e comentada forma de gestão atual é a gestão participativa.

Na gestão tradicional, essa participação acontece apenas quando há interesse da escola, as pessoas são chamadas a participar e a se envolver com os problemas escolares numa estratégia, já que as decisões e ações já foram previamente definidas pelos gestores.

No entanto na gestão participativa, a participação está relacionada ao envolvimento da comunidade em que a escola está inserida, senão em todas, mas na maioria das ações e decisões escolares.

Diante dessas considerações tecidas me ponho a pensar a respeito da gestão que temos nas escolas. Que gestões são essas? Será que existe verdadeiramente, gestão participativa nas escolas? Será que a direção da Rede Estadual de Cipotânea tem uma gestão participativa? O que os professores e funcionários acham da gestão da E.E. José Dias Pedrosa, da cidade de Cipotânea?

Como já foi dito anteriormente, na escola democrática, a participação da comunidade é fundamental para o sucesso da gestão e concretização dos objetivos por ela propostos.

Nesse sentido, a democracia está associada ao conceito de participação. PROCAD (2001),

Participação para uma pedagogia crítica, é transformar a escola em espaço público em que diferentes vozes tenham possibilidade de articular seus discursos, estabelecendo um diálogo no qual as diferenças sejam respeitadas, tendo como objetivo a busca do bem coletivo (p.101).

Com essa pesquisa pretendo abrir novos horizontes que me ajudem a construir novos conhecimentos sobre gestão participativa.
http://www.jornalexpress.com.br/noticias/primeira.php?id_jornal=16495

domingo, 28 de junho de 2009

A nova colonizacao agrária no Brasil e no interior de Minas Gerais

O Brasil é um dos maiores exportadores mundial de soja, arroz e trigo, porém mas de 5 % até 20 % da populacao brasileira sofre da mal alimentados e os pequenos agricultores säo obrigados a industrializar sua pequena propriedade para concorrer, do qual näo tem nenhuma chance em concorrer com os grandes monopolio no Mercado da alimentacao. Mundialmente mais de 50 % do mundo sofre com o problema da falta de alimentacao necessária com as proteinas e calories de acordo com o clima regional. Grandes empresas comercializam arroz barato da Ásia ou da Àfrica onde a maioria näo tem dinheiro para financiar o produto agrícola no Mercado internacional. Neste jogo politico internacional com as subvencöes agrárias dos países desenvolvidos, por exemplo, a EU e os EUA que subsidem milhöes de Dollares por ano na dominacäo do Mercado mundial na aniquilacäo dos pequenos agricultures de vários países, Brasil, Ucrania e Sudäo säo bons exemplos disso, sem falar da devastacäo das florestas em grandes hectares na plantacao de trigo correndo o risco de surgir novas pesticides para a populacao em geral que alimenta desta carne e destes legumes custados a precos de sangue, no desmatamento da natureza e no crescimento da pobreza. Sem falar do desemprego e do analfabetismo e o trabalho de mäo de obra barata a preco da exploracao de um a dois euros por dia. Se estas empresas näo pensar no sentido total da volta da plantagem, obter e coletar coletivamente com os natives planos de moradia e colheita no trabalho da participacäo. O alimento näo poderá ser somente exportado como também investido no acervo da regiäo com plantagens e colheitas sem destruir as matas, os riachos e córregos e fontes de água. A empresa como empreitada com interesses voltado para o bem do sistema público e privado terá que cumprir sérios näo somente os acordos, mas investor na bioética do ser regional em tempos de globalizacäo e mudanca, crescimento de impérios, dominacäo da massa, soma de fome, Guerra, morte, medo, terror, propaganda, venda, merda, Mercado, dinheiro, opressäo, pobreza, luta, violência, desesperanca, solupticas, desterros, descréditos, falicos monstrous, minotaurus de arcadias decadents, veritas num Deus demente, o verme da cool pose peca do capital.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Mahatma Gandhi e vários discípulos iniciaram a marcha em protesto ao domínio inglês na Índia. A caminhada de quase 400 quilômetros tornou-se conhecida

No dia 12 de março de 1930, Mahatma Gandhi e vários discípulos iniciaram a marcha em protesto ao domínio inglês na Índia. A caminhada de quase 400 quilômetros tornou-se conhecida como Marcha do Sal.


Na caminhada que durou 25 dias em direção ao litoral, Gandhi e seus seguidores paravam de cidade em cidade para descansar. Em cada lugar, conseguiam mais simpatizantes.

Naquela época, os indianos eram obrigados a comprar produtos industrializados da Inglaterra, sendo proibidos inclusive de extrair o sal em seu país. O apóstolo da não-violência queria acabar com o monopólio que o império britânico havia imposto sobre o sal, símbolo do colonialismo para os indianos.

A Marcha do Sal contagiou não só a Índia, mas comoveu a opinião pública de todo o mundo. O homem magro, de pequenos óculos redondos, pregador da resistência pacífica, conseguiu mobilizar uma grande ação de desobediência civil que levou, 17 anos mais tarde, à independência da Índia do colonialismo britânico, que havia se iniciado no século 18.

Gesto de protesto

No dia 6 de abril, depois do banho, um ritual sagrado para os hindus, Gandhi apanhou um punhado de sal à beira-mar. Seu gesto foi repetido simbolicamente por milhares de indianos do litoral. Em resposta à provocação, os ingleses prenderam mais de 50 mil indianos, entre eles o próprio Mahatma Gandhi.

Nem isso freou o movimento. Seu filho Manilal assumiu a liderança da campanha. Junto com 2.500 indianos, caminhou até as salinas ao norte de Bombaim. Aproximaram-se em silêncio dos depósitos de sal, guardados por 400 policiais que investiram contra eles com cassetetes. O "exército da paz" foi tombando, sem esboçar um gesto de defesa.

Cada coluna silenciosa que avançava era igualmente abatida. Uma última coluna sentou-se no chão e foi atacada com golpes de cassetete e pontapés. Gandhi não era só um nacionalista que visava a independência.

Desobediência civil

O componente social de sua marcha deixou claro que batalhava pela justiça social em um nível mais elevado. Sua meta central era evitar a violência. Usando da desobediência civil, pretendia chamar a atenção para as injustiças na legislação e na sociedade colonial.

A independência da Índia, no entanto, foi proclamada no dia 15 de agosto de 1947. Gandhi, por seu lado, achou que ela aconteceu muito rápido, por considerar muito grandes as contradições internas: entre cidade e campo, muçulmanos e hindus e dentro da sociedade de castas.

Gandhi advertia que seu país merecia a independência, mas ainda não estava maduro para tornar-se nação. Entretanto, nem a "grande alma" conseguiu evitar a divisão em dois Estados: um paquistanês e outro indiano. Um ano mais tarde, foi morto num atentado.

http://brejaubapoesias.ning.com/

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Meu querido povo, minha querida terra, minha querida saudade do fiar outrora como vento circular da crise ocidental. Essa guerra também dita como revo

Meu querido povo, minha querida terra, minha querida saudade do fiar outrora como vento circular da crise ocidental. Essa guerra também dita como revolucao na melhoria da cultura doente da mosca ciencia é como verejeira no plano da razao decadente. A chamada realizacao da cultura doente como “melhora” da humanidade è o fenomeno da civilizacao demente. A denominada crise da consciencia por Freud e a crítica da civilizacao decadente em Nietzsche apontou o papel da ciencia como parte asqueirosa de uma moral ajuizadora. A crenca na razao em Kant como entendimento relacionando claramente o conceito abstrato do julgamento como asceticismo da ciencia. A religiao e a moral è regida pela “vontade de potencia” para o julgamento e o preconceito. O relativismo em Nietzsche como ponto de partida numa crítica a cultura decadente è uma critica a propria razao. A loucura è uma tomada de contra-posicao da consciencia. O relativismo de Einstein demonstra o padräo vital da ciencia como resultado da propria irracionalidade do método cientifico do ponto de vista da cientifizacao. Enquanto Hegel formula a cientifizacao da filosofia como ciencia lógica do conceito absoluto do espirito, Karl Marx contrapoe a posicao do espirito metafisico hegeliano numa elaboracao crítica da ciencia economica do capitalismo no conceito de luta de classes. A crenca racional de Hegel é um perfeito pensamento trinitario do cristianismo. Assim è que Marx denuncia a acao contemplativa da filosofia do absoluto sol da verdade platonica para uma acao transformativa social na luta conflituosa na relacao de dominacao social.
A desconfianca da modernidade como crise da consciencia nao estabelece nenhum fundamento ou pacto com a inconsciencia, já que esta è algo escapável. Michel Foucault analisa na “historia da loucura” um resultado arqueologico da razao doente. A psiquiatria da razao que medica a cura. A moral como sistema de valores sucumbe o indivíduo na sua capacidade instintiva. O caminho do erro no querer o desenvolvimento da civilizacao através da ciencia como padrao do distanciamento do caotico, do sem ordem, do inconceitual. Nietzsche sugere o irracional na forma dionisiaca como modelo de “desenvolvimento” e alargamento da capacidade humana como instinto criativo na própria destruicao do valor construído; o querer o estimulo instintivo impulsiona a “vontade para forca” no “tornar-se ser o que è” vitalidade. O relativismo quebra a rotina e exige o eterno novo na criatividade do proprio valor no sustento do corpo. A arte-materia do corporal potencializa um ser em ser altamente produtivo para “além do bem e do mal”. Nietzsche critica a moral como hebrenizacao da ciencia e o cristianismo como platonizacao da filosofia para o povo. A “moral de escravo” como modelo da razao decadente. Ele satiriza a ciencia e ironiza a moral como razao tirana para a fraqueza no aniquilamento do instinto. A loucura contrapoe o próprio valor da moral e se posiciona contra o relativismo do nihilismo.
A ciencia chegou num plano tao decadente que Marx, Nietzsche ou Foucault se fuderiam nesta parada de observacao do desacreditamento de si mesmo. Nas universidades doutos e doutorandos discursam o modelo kantiano como retomada da critica a ciencia como valor de argumento no metodo cientifico do ordenamento da racionalidade, que Lyotard criticou a filosofia no plano da ciencia “pós-moderna”. Será uma retomada da racionalizacao da filosofia? Também poderia ter dúvida do proprio filosofo? Talvez Sartre seja um bom exemplo da razao burguesa decadente ou Byron no romantismo pessimista.
Marx desconcertou a sociologia, porque para ele a realizacao do pensamento está no ato concreto da transformacao social. Assim ele objetivou a filosofia como ciencia na luta de classes na mudanca da própria consciencia. Nacionalista e comandantes nomearam e nomeia-se a bandeira do odio e da vinganca da qual Nietzsche retratara como ressentimento para manusear o capital no controle social. A ciencia assim como a filosofia estabelecem criticas permanentes de objetividade. A especializacao da sociedade digital objetiva a crescente passagem da ciência como capital no seu ideal de desenvolvimento da civilizacao. A filosofia do seculo XXI è a regra do padrao civilizatorio do poder de consumo. O irracionalismo que Nietzsche coloca è sem nenhum valor para a ciencia. Filosofia e poesia misturam-se no próprio irracionalismo do pensar. Zaratustra como poeta solitário diagnostica a cultura doente assim como Rousseau recusa os saloes da civilizacao em seus passeios devaneantes.
Nietzsche riu de toda paródia civilizatória francesa como calhórdia do cristianismo. A alternativa que ele aponta è a arte (nao como metafisica) ou como “moral de escravo” da arte de Wagner na sua obra Parsifal, onde ele exalta a castidade num ritmo decadente da musica. (E por que nao falar do racismo antisemita de de Richard Wagner!). A segunda guerra mundial è realizacao do ato de crueldade e covardia da razao decadente. Hanna Arendt trata essa crise do século XX como século do totalitarismo. A razao doente interpretou as obras de Nietzsche como modelo de doenca experimentando o delírio e a loucura como experiencia na sua forma mais cruel na realizacao da vontade de querer a fraqueza e a demencia. Hitler è o espelho de um mal estar rancoso da ciencia a servico da dominacao social e domesticacao moral. A experiencia da Hybris em Nietzsche è a desmedida da potencia do instinto como querer a envergadura da sua propria auto-forma na esfera dionisiaca. O animal potente reluz a impulsao da potencia na quebra do proprio valor. A vida como como “vontade para forca” interpretada como beneficio da tirania è o dominio e o cerceamento da ciencia através do modelo ditatorial no discurso socrático que controla a palavra e toda acao do humano no incentivo a raiva e ao rancor como vontade para a fraqueza. O poeta social è a sacerdotizacao da propria ciencia como contemplacao asceta do religioso. A moral crista baseia –se no valor do ressentimento para ter sentimento. (Imagina que péssimo sentimento! Caixa de barbarie!) Zaratustra quer a passagem como circular da esfera no querer aquilo que è eternamente forca. Forca nao tem nenhum significado de valor. A unica alternativa visivel è o vigoroso instinto do corpo, a matéria viva como capacidade de potencia e efetivacao da propria forca. O oposto do gosto da “moral de rebanho”. Nietzsche nao planeja nenhum modelo de arte, mas cre que a vontade de potencia está disponivel tanto para forca assim como para a fraqueza. A guerra, o terrorismo è a fraqueza do idealismo no desenvolvimento da civilizacao. Nietzsche recusara o idealismo com nojo desta razao pessimista, porque uma vontade para potencia recusa o esclarecimento do juizo como “critica da razao pura”. Somente a arte manifesta a potencializacao do irracionalismo. O “elogio da loucura” de Kant è também uma contraposicao da mesma visao do “mundo como vontade de representacao” de Schopenhauer. Já Freud até desenvolveu uma ciencia denominada psicanalise na tentativa de curar a civilizacao opondo a civilizacao. A razao decadente instrumentaliza a potencia como domesticacao na vontade da “moral de rebanho” em sua dissimulacao no progresso.
A vida como vontade de potencia vibra-se na arte como simbolo de forca no saudavel. O saudável da arte como contra-arte è a restauracao da arte apolinea. A arte do artista doente è o fenomeno da representacao. Com a critica a ciencia desencadera Nietzsche uma virulenta atividade e possibilidade do ser humano no “superhumano”.
O modelo de sociedade atual è o decadente. O desenvolvimento da civilizacao como controle e regra financeira è o dominio da razao capitalista no seu projeto de melhoramento da populacao, como: declaracao, juizo, a escolha pela maioria, o servilismo da obediencia. A mercadoria, o pietismo, o moralismo, a crenca no espirito como confusao entre corpo e alma sao sintomas doentios de uma moral escravocrata. A criacao da propria individualidade è a experiencia da criatividade. Atualmente o sufoco social continua no mesmo modelo de colonizacao da moral. Onde está Marx? Karl Marx apontou… e Nietzsche experimentou…

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